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O LÁPIS E O COMPUTADOR

Continuamos na nossa caminhada pelo Brasil por um GOB PARA OS MAÇONS. Aqui do Rio Grande do Sul, posto o artigo de número 350 que será publicado no dia 28 de outubro no Diário da Manhã de Goiás.
O LÁPIS E O COMPUTADOR
Sabem todos que estamos em caminhada pelo Brasil Maçônico buscando contribuir com um novo tempo no Grande Oriente do Brasil. Missão para fazer diferente. Neste fazer diferente conclamo os internautas, aqueles que na solidão, no silêncio das madrugadas, vão emitindo mensagens e respostas que não conduzem fraternidade e espalham rancores entre os que se chamam de irmãos.
Estou produzindo este artigo nas primeiras horas da madrugada de sexta feira, 27 de outubro, da cidade de Porto Alegre, para ser publicado neste sábado, dia 28. Faço uma alusão ao lápis, simples lápis, sempre nas mãos puras de crianças aprendendo as primeiras letras. Introduzo o computador, em muitas mãos abençoadas, mas em outras espalham o mal e imoralidade. Então começo transcrevendo e comentando alguns pontos deste texto intitulado “O Lápis”.
“O menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:
— Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu, e disse ao netinho:
— Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele,
quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
— Mas este lápis é igual a todos os que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
— Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo, respondeu o avô.
— Primeira qualidade: assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça de que existe uma “mão” que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade: a mão de Deus”. Assim no computador você pode fazer coisas grandiosas. Existe uma mão que guia a sua mensagem.
— Segunda qualidade: assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um “apontador”. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor. Assim, você deve ser cauteloso e enviar mensagens que sofreram suas correções.
— Terceira qualidade: assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mal, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo. Assim a grandeza encontra-se em você se corrigir e refazer sempre a sua mensagem no computador.
— Quarta qualidade: assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência. Use seu computador como instrumento condutor do seu caráter.
— Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas na vida das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas. Finalmente, tenha muito cuidado pelas suas mensagens pelo seu moderno computador pode marcar a vida sua e de muita gente”.
A simplicidade e a pureza do lápis jamais pode ser esquecida ou abandonada.

Barbosa Nunes, advogado, ex–radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil – barbosanunes@terra.com.br